Está prontinha a 3a. Edição do Psicologia em Série, onde você vai ter a chance de entender seus personagens favoritos e suas histórias sob a luz da Psicologia.
E eu estou lá!…
Desta vez refletindo sobre a proposta da apresentadora Marie Kondo, sobre a importância de colocar “Ordem na Casa” para encontrar o equilíbrio.
Não Percam!…Vejam todos os texto sobre outras séries na íntegra !!! http://bit.ly/3edPsiEmSeries

“Ordem na casa” com Marie Kondo – Temporada 1

Atualizado: Mar 1

Por Shirley Cardoso, CRP 06/301478

Nesta série Marie Kondo trata da arrumação da casa, como uma forma de organizar a própria vida. De origem Japonesa, ela parte do princípio que a ordem externa ajuda no equilíbrio da ordem interna.

Especialista em arrumação, antes de começar seu trabalho de ensinar as pessoas a manterem a casa em harmonia. Ela, através de sua sensibilidade, sente a energia presente na casa, no ambiente antes de iniciar a sua tarefa e pede permissão ao ambiente para fazê-lo, respeitando-o como à um ser vivo.07ebbaed-c5ae-4de1-b455-b29224ab0eef

Após a execução da tarefa, os moradores sente-se melhores intimamente, já que durante o processo, que pode demorar dias, seus clientes refletem sobre seus jeito de serem, bem como desfazem-se daquilo que não tem mais serventia e ainda aprendem que doar a outrem que fará melhor uso, pode lhes dár uma sensação de preenchimento, leveza e bem estar.

Cientificamente comprovado, a ordem externa reflete nosso estado interior. Sendo assim, porque não treinarmos desde crianças a reconhecer e arrumar nossa casa interna? Aquela onde guardamos, à sete chaves, todos os nossos sentimentos…bons e principalmente os ruins. Aqueles que nos fazem sentirmo-nos infelizes, tristes, depressivos, melancólicos, enraivecidos, furiosos, capazes de nos destruirmos e ao próximo.

Temos extrema dificuldade em reconhecer nossos sentimentos, e aceita-los como legítimos. Avaliarmos seus benefícios e prejuízos, para então decidirmos se é bom ou não guardá-los para sempre dentro de nós.

Quando crianças, esta mistura de sentimentos nos afloram, de forma por vezes desordenada, e os adultos que nos cuidam nos confundem não nos esclarecendo o que sentimos e pior, nos convencendo que não estamos sentindo o que de fato estamos.

-“Minha amiga não quer mais falar comigo” chorando, logo sentindo a dor da separação – ” deixa de manha, logo vocês estão de bem de novo”

Tradução: você não está se sentindo triste por ter sido desprezada, você é uma criança, logo não senti.

Para criança: não estou sentindo “isso”. Minha mãe disse que ser rejeitada não faz sentir-me assim.

Mais tarde… Teremos um adulto insensível, que despreza os outros sem se preocupar com os sentimentos que essa atitude passa causar-lhes.

Resumindo, cabe a nós adultos reconhecermos e refletirmos sobre o que realmente sentimos frente a vida. Se temos mesmo que guardarmos aquilo que nos faz mal. Sentimentos que nos corroem e nos torna amargos e infelizes.

Faz-se necessário primeiramente arrumar nossa casa interna, para então passarmos aos outros o nosso melhor e também formarmos crianças mais capazes e felizes, com fardos mais leves para levarem para vida adulta.

Colaborando assim para um mundo melhor, onde o respeito pelo sentir próprio e dos outros sejam a receita para sermos mais felizes.

Cabendo ainda ao profissional Psicólogo ajudar-nos a nos conhecermos melhor

e compreendermos nossos sentimentos quando não conseguimos reconhecê-los sozinhos.

Este e outros

Shirley da Silva Cardoso é Psicóloga Clínica e Hospitalar (CRP 06/40247), psicopedagoga e psicossomaticista, atuando na área há 29 anos. Terapeuta Comportamental Cognitivista, atende crianças, adolescentes e adultos. Diretora da Empresa Ascend Brasil Consultoria em Relações Humanas. Dona de Casa e Mãe… Acompanhe seu trabalho:

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